António Tavares
Editorial
Os próximos dias vão ficar marcados pela tomada de posse dos órgãos eleitos para as assembleias e câmaras municipais, bem como para as assembleias de freguesia, dando continuidade ao ato eleitoral realizado dia 26 de setembro.
Tem assim início o ciclo autárquico para o quadriénio 2021-2025, com a particularidade que nos 11 concelhos do Distrito de Castelo Branco, no que se refere às câmaras, a nota dominante é de continuidade. Tudo, porque nove dos presidentes de câmara vão dar continuidade ao trabalho desenvolvido nos dois mandatos anteriores. Ou seja, nesses nove concelhos a liderança não muda de presidência, o que inevitavelmente acontecerá nas próximas eleições Autárquicas, pois todos eles atingirão o limite de mandatos à frente da autarquia em que se encontram, mas poderão candidatar-se a outra.
A exceção a esta predominância de continuidade afinal só se verifica nos concelhos de Castelo Branco e da Sertã.
Na capital de Distrito, Castelo Branco, a autarquia continua nas mãos do Partido Socialista (PS), mas sob a liderança de Leopoldo Rodrigues, que até agora era o presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco.
Mais radical é a mudança no Concelho da Sertã. Neste concelho da Zona do Pinhal, a Câmara muda de mãos, passando do Partido Social Democrata (PSD), para o Partido Socialista (PS), com Carlos Miranda a ficar à frente dos destinos do Concelho nos próximos quatro anos.
Nas assembleias municipais e nas de freguesia, as mudanças são mais significativas, mas, independentemente, que quem ganha ou perde, o mais importante é que todos rumem no mesmo sentido, que é defender e desenvolver estas terras do Interior.