11 de dezembro de 2019

António Tavares
Editorial

A capital espanhola, Madrid, está a ser palco, desde dia 2 de dezembro, da COP 25, a 25ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, que termina na próxima sexta-feira, 13 de dezembro. Em causa está a discussão da sustentabilidade do planeta Terra, o que faz com que, cada vez mais, o problema das alterações climáticas seja um tema do dia a dia, ao qual ninguém fica indiferente. Prova disso são milhões de pessoas que por todo o Mundo, chamam a atenção dos políticos e dos governos, alertando que não existe um Planeta B.
Na base desta tomada de posição estão os sinais de alerta que são cada vez mais em todas as geografias do Planeta.
Tudo isto, porque o Homem, desde a Revolução Industrial tem feito com que a poluição cresça inexoravelmente.
A pergunta que se põe é se realmente todos estamos a desempenhar o papel que devíamos ter no combate à poluição e às alterações climáticas, porque já está mais que comprovado que em termos políticos, muito é dito e pouco é feito, com a agravante que alguns dos países maiores poluidores chegam à desfaçatez de afirmar que as alterações climáticas são falsas, são um mito.
Por isso há que esperar que a resposta a este problema global surja a tempo, de modo a não se chegar a um ponto de não retorno, que poderá levar a que não haja futuro!
Isto, quando se sabe que Portugal caiu oito posições no Índice de Desempenho das Alterações Climáticas. Está agora a 25ª posição, entre 57 países, ocupando a pior posição de sempre.

11/12/2019
 

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